Sobre mim
João Azevedo
Fotógrafo profissional de retrato em Coimbra. Especialista em capturar expressões genuínas que transmitem confiança.

A minha história
Sou fotógrafo profissional desde 2010.
E antes?
Antes, a minha vida era a informática. Fiquei apaixonado por essa área desde que tirei o meu primeiro curso: MS-DOS. Devia ter uns 15 ou 16 anos. Experimentei de tudo um pouco. Estive numa loja onde montava e arranjava computadores. Fui programador. Estive na área de redes e servidores de e-mail. Fiz vários cursos de informática menos o principal, o do ISEC, que ficou pelo caminho.
A fotografia apareceu na minha vida depois de comprar a primeira máquina digital, em 2000. Não tinha jeito nenhum para fotografar. Nem jeito, nem conhecimentos. Nada. Zero. Mas comecei a ganhar o gosto e fui explorando. Tive vontade de aprender. Fotografei de tudo um pouco sendo o principal as paisagens e as macros de bichinhos e flores. Em 2007 deparei-me com duas opções: ir estudar fotografia, ou comprar material de estúdio e aprender por mim. Habituado a ser autodidacta, não pensei muito. Fevereiro de 2007 foi quando fotografei a primeira pessoa no meu estúdio improvisado na sala de casa.
Nos anos seguintes chateei muita gente para fazerem de modelos. Fui experimentando, testando e aprendendo. Começaram a aparecer alguns clientes e fizeram-me dar o passo mais definitivo: assumir-me como fotógrafo de retratos.
“Não fotografo profissões, fotografo pessoas.”
— João Azevedo
Perguntas & Respostas
Conheça-me melhor
Que formação tenho em fotografia?
Nada. Em 2007 surgiu a ideia de ir estudar fotografia. Mas também havia a hipótese de comprar material e aprender por mim. Nunca vou saber como seria o outro caminho, mas gosto muito de aprender por mim, com a prática, e foi o que escolhi.
Quando é que comecei a fazer headshots?
Em Abril de 2017 foi quando decidi aprender a arte dos retratos profissionais. No ano anterior tive pedidos de fotografias profissionais para consultores imobiliários e penso que foi isso que me levou a querer aprender a tirar o melhor de cada um. Antigamente, fotografava quase calado. Agora, quase não me calo. Aqui não aprendi sozinho, porque percebi que isto requeria outro tipo de aprendizagem. Foi aí que me juntei à Headshot Crew, a comunidade de fotógrafos de headshots criada pelo Peter Hurley, o especialista nestes trabalhos.
Fazer headshots não é aborrecido por ser sempre igual?
Aparentemente, o resultado é sempre parecido e o processo também. Mas… Existem duas pessoas iguais? Não. Existem duas pessoas que reagem da mesma forma ao que digo? Não. Os humanos são todos diferentes. Cada um precisa de um tempo diferente até aprenderem as expressões certas. É a principal razão de não fotografar com o tempo contado.
Faço casamentos e baptizados?
Não. Nunca foi um objectivo fazer esse tipo de fotografia. O que gosto mesmo é de fotografar em estúdio, num ambiente controlado.
O que gosto de fazer para além da fotografia?
Gosto de caminhadas, principalmente na natureza. Gosto de fazer websites e apps com a IA. Gosto de aprender russo. Gosto de ler. Ler, ler, ler.
Primeiras Revelações
Num mundo tão visual como o nosso, a maneira como nos apresentamos influencia a maneira como somos vistos pelos outros.
Nesta TEDx Talk, mostro como uma lente e a confiança do modelo podem influenciar as perceções, e porque é que a sua imagem profissional merece atenção.
TEDx
Coimbra
2019
Evento
